Introdução alimentar dos pequenos: não erre!

Aprenda de uma vez por todas os passos certinhos do que pode e o que não pode quando o assunto é introdução alimentar! O AnaMaria Receitas trouxe tudo de modo claro e direto!

Menino comendo em um piquenique

A introdução alimentar é uma nova aventura para a criança e uma preocupação para os pais, mas existe muita informação que pode ajudar nesse processo cheio de dúvidas.

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Essa é uma fase marcante onde se começa a incorporar alimentos sólidos na dieta do bebê. É um processo que molda o paladar do pequeno, além de prepará-lo para uma certa independência.

Para uma boa alimentação, sua dieta deve unir representantes dos quatro grupos alimentares, afim de oferecer ao bebê uma dieta bem rica em nutrientes, proteínas, carboidratos, vitaminas e gorduras na medida certa. É tudo isso que vai permitir que a criança tenha um bom desenvolvimento e cresça com saúde.

 

ANTES DOS SEIS MESES

Antes dos seis meses, apenas o leite materno vai compor a alimentação do bebê, ele vai ser a única e mais importante fonte de carboidratos, vitaminas e minerais. É ele que vai suprir a maior parte de suas necessidades de energia e nutrientes no primeiro ano de vida, mas a amamentação pode seguir até os dois.

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O TEMPO DA CRIANÇA

Antes, é sempre bom ter em mente que o importante é o aprendizado e que essa é uma fase de experimentação para o bebê. Segundo o Ministério da Saúde é necessário oferecer para uma criança cerca dez vezes o mesmo alimento até que haja aceitação.

Logo, não se desespere com a rejeição de comida, o essencial é não insistir e voltar a oferecer depois novamente. Na introdução alimentar o valioso é a qualidade e não a quantidade de alimentos.

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É sempre importante observar e respeitar o tempo de cada criança, deixe as preocupações de lado, porque é normal o bebê ainda preferir o leite materno.

 

APÓS OS SEIS MESES

A Doutora Yanka Lobato, nutricionista infantil, em exclusiva ao AnaMaria Receitas, explica que a introdução alimentar geralmente começa quando o bebê completa seis meses, mas nem toda criança está preparada para essa novidade. A especialista indica que é necessário se atentar a alguns sinais de prontidão, como:

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  1. Conseguir sentar sozinho sem apoio
  2. Já consegue ter controle para sustentar a cabeça
  3. Explora objetos com a mão e coloca na boca
  4. Começa a mostrar interesse pelo alimento

Para começar a introdução alimentar não existe nenhuma fórmula perfeita, mas é importante que o processo seja de modo gradual e lento. Deve-se observar e compreender os limites e as reações da criança para cada comida.

Por mais que não exista nenhuma regra, sempre é bom apostar em alimentos naturais. É importante evitar ultraprocessados, como açúcar, só pode ser introduzido a partir dos dois anos, o sal só pode com um ano. Portanto, a comida tem que ser feita sem sal e com temperos naturais”, são as recomendações da Doutora Lobato.

No site do Doutor Drauzio Varella ele recomenda algumas dicas para essa fase, como: começar com papas da fruta que estiver na época – doces costumam ter uma boa aceitação. O médico também recomenda começar por papas de legumes. “Varie a escolha a cada dia para que o bebê esteja sempre em contato com novas texturas e sabores”, recomenda Drauzio.

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TENHA VÁRIAS OPÇÕES

A variação de alimentos vai oferecer uma alimentação completa, por isso, tente sempre incluir um alimento de cada grupo alimentício: hortaliças (brócolis, ervilha, abóbora), cereais (arroz, milho, aveia), tubérculos (batata, cenoura, beterraba), grãos (feijão, lentilha).

Comece com comidas pastosas e, com o tempo, vá deixando cada vez mais sólido. Deixe pedaços maiores na papa para estimular a mastigação e ter contato com um maior número de texturas e sabores.

Nessa fase também já pode ser introduzida a água, e a partir de um ano sucos naturais.

Tabela de introdução alimentar
Tabela de introdução alimentar
Tabela de introdução alimentar
Tabela de introdução alimentar

Fotos do ministério da saúde